segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Olhando...
sábado, 26 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
"Causos do Conde" "O futuro do namoro depende do presente" -Tomos I e umas, Ventríloquo 13...

Naquele agradável início de noite, o Conde e o Igor se dirigiam a festa de Bodas de Prata de um iminente casal da Vila Drakulea..... Lá chegando, todos já dentro do Salão de Festas para a cerimônia (afinal, igrejas não combinam com condes sanguessugas né?) eis que a mesma começa...
E além das bodas de Prata, eles comemoravam seus 60 anos de idade pois haviam nascido no mesmo dia e ano....
De repente, durante a celebração, uma fada muito sapeca e esperta, (deve ser aparentada com a fada Actea, grande amiga do conde...) apareçe do nada e diz o seguinte:
- Como prêmio por terem sido um casal exemplar durante 25 anos, concederei um desejo a cada um de vocês dois!
Passado o espanto inicial, e como tais acontecimentos são normais no universo paralelo no qual vive Sua Excelência Vampírica o conde Vlad Drakúlea, a primeira à fazer um desejo é a esposa que diz:
- Quero fazer uma viagem ao redor do mundo com o meu querido marido! pediu a honesta mulher. A bela fada moveu a varinha mágica e... zás! As passagens apareceram nas mãos da senhora que pulou de alegria e felicidade....
Em seguida, a fada olhou o marido, que matreiro, pensou um momento e disse:
- Bem, esse clima está muito romântico, mas uma chance dessas só se tem uma vez na vida. Então... desculpe, benzinho - disse, olhando para a esposa - mas meu desejo é ter uma mulher trinta anos mais jovem do que eu!
A pobre mulher ficou chocada, mas, pedido é pedido... A fada faz um círculo com sua varinha mágica e.... ZÁS! O homem de repente, "envelheceu" 90 anos! Após o quê, piscando de leve para a esposa que já morria de dar risada do "fauno de bengala", a fada desaparece em uma nuvem que fez PUF! e deixou um agradável perfume no recinto....
- É Igor, hoiheeueuheuhe, sempre é preciso tomar muito cuidado naquilo que se pede, podes acabar conseguindo o que queres, hiheeueueheeuheuheuheuhe....
FINIS EX CONTIS! Em breve "Causos do Conde" Tomos II... Aguardem com aguardente, mas bebam com moderação e se beberem não guiem nem façam propaganda política, huheueueheh!
;)
domingo, 13 de setembro de 2009
Poema dedicado a todas as mulheres que disseram adeus!
domingo, 6 de setembro de 2009
Soleil - Françoise Hardy
Para escutar no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=rodnvh2BbZw&feature=related
E agora, a tradução de Soleil, canção da querida Hardy...
Françoise Hardy - Soleil - Tradução
Música enviada por: Letras de Músicas
Compositor: Françoise Hardy
()E era ele, o sol
Que nos despertava
Toda manhã
E o mar estava lindo
E corríamos para ele
De mãos dadas
Então nós andamos pela praia
Você procurava conchas
Como uma criança
Colocava na orelha
Para ouvir, eu me lembro,
O oceano dentro
Sol, eu te amo
E para sempre
Você é fiel
Mas o amor
Não é constante como você
Por que?
Você tinha sempre muita fome
As ameixas e o vinho
Eram para você
Você explodia comigo
Quando eu não comia
Isso não era nada.
E a areia escorria pela areia
Nossos sonhos eram parecidos
Eu me lembro
Nós falávamos da casa
E das crianças que teríamos
E estávamos bem
Sol, eu te amo
E para sempre
Você é fiel
Mas o amor
Não é constante como você
Por que?
E é sempre ele, o sol
Que me acordará
Toda manhã.
Sol de inverno ou de verão
Ele vê os amores passar
E as tristezas
Quantas outras praias serão necessárias
Quantas outros rostos
Para como você,
Esquecer a casa
E a criança de cabelos loiros
Que nós não temos.
Sol, eu te amo
E para sempre
Você é fiel
Mas o amor
Não é constante como você
Por que?
Fonte da tradução: http://soleil.traduzidas.francoisehardy.letrasdemusicas.com.br/
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Homenagem à querida e esquecida Maria Quitéria, deveriam fazer um filme sobre ela....
Cof, cof, andei meio sumido mas já retornei, acabei hibernando de novo, hoiheueuhe, obrigado pelo carinho de todos que comigo se preocuparam, um beijo para todos.... E aqui vai uma singela homenagem a uma mulher brasileira sobre a qual deveriam fazer um filme pelo menos... :)
Maria Quitéria
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Maria Quitéria de Jesus | |
| Maria Quitéria: detalhe no Monumento ao 2 de Julho, na Praça do Campo Grande (Salvador, Bahia). | |
| Nascimento | 27 de julho de 1792 Feira de Santana |
|---|---|
| Morte | 21 de Agosto de 1853 (61 anos) Salvador |
| Nacionalidade | Brasileira |
| Ocupação | militar |
Maria Quitéria de Jesus (Feira de Santana, 27 de julho de 1792 — Salvador, 21 de agosto de 1853) foi uma militar brasileira, heroína da Guerra da Independência. Considerada a Joana D'Arc brasileira, é a padroeira do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.
Índice[esconder] |
[editar] Biografia
[editar] Infância e juventude
Maria Quitéria nasceu no sítio do Licurizeiro (Syagrus coronata), uma pequena propriedade no Arraial de São José das Itapororocas, na comarca de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira, atual município de Feira de Santana no estado da Bahia. A data mais aceita pelos pesquisadores para o seu nascimento é a de 1792. Foi a filha primogênita dos brasileiros Gonçalo Alves de Almeida e Quitéria Maria de Jesus.
Em 1803, tendo cerca de dez ou onze anos de idade, perdeu a mãe. Cinco meses após enviuvar, o pai casou-se em segundas núpcias com Eugênia Maria dos Santos, que veio a falecer pouco tempo depois, sem que da união nascessem filhos. A família mudou-se então para a fazenda [serra da Agulha].
Na nova residência, Gonçalo Alves casou-se pela terceira vez, com Maria Rosa de Brito, com quem teve mais três filhos. A nova madrasta, afirma-se, nunca concordou com os modos independentes de Maria Quitéria. Embora sem uma educação formal, uma vez que à época as escolas eram poucas e restritas aos grandes centros urbanos, Maria Quitéria aprendera a montar, a caçar e a usar armas de fogo, conhecimentos essenciais à época.
[editar] As lutas pela Independência
Maria Quitéria encontrava-se noiva quando, entre 1821 e 1822, iniciaram-se na Província da Bahia as agitações contra o domínio de Portugal. Em Janeiro de 1822 transferiram-se para Salvador as tropas portuguesas, sob o comando do Governador das Armas Inácio Luís Madeira de Melo, registrando-se em fevereiro o martírio de Soror Joana Angélica, no Convento da Lapa, naquela Capital.
Em 25 de junho, a Câmara Municipal da vila de Cachoeira aclamou o príncipe-regente D. Pedro como "Regente Perpétuo" do Brasil. Por essa razão, em julho, uma canhoneira portuguesa, fundeada na barra do rio Paraguaçu, alvejou Cachoeira, reduto dos independistas baianos. A 6 de setembro, instalou-se na vila o Conselho Interino do Governo da Província, que defendia o movimento pró-independência da Bahia ativamente, enviando emissários a toda a Província em busca de adesões, recursos e voluntários para formação de um "Exército Libertador".
[editar] O "Soldado Medeiros"
Tendo o velho Gonçalo, viúvo, sem filho varão, se escusado a colaborar, para a sua surpresa, a filha Maria Quitéria, pediu-lhe autorização para se alistar. Tendo o pedido negado pelo pai, fugiu, dirigindo-se a casa de sua meia-irmã, Teresa Maria, casada com José Cordeiro de Medeiros e, com o auxílio de ambos, cortou os cabelos. Vestindo-se como um homem, dirigiu-se à vila de Cachoeira, onde se alistou sob o nome de Medeiros, no Regimento de Artilharia, onde permaneceu até ser descoberta pelo pai, duas semanas mais tarde.
Defendida pelo Major José Antônio da Silva Castro (avô do poeta Castro Alves), comandante do Batalhão dos Voluntários do Príncipe (popularmente apelidado de "Batalhão dos Periquitos", devido aos punhos e gola de cor verde de seu uniforme), foi incorporada a esta tropa, em virtude de sua facilidade no manejo das armas e de sua reconhecida disciplina militar. Aqui, ao seu uniforme, foi acrescentado um saiote à escocesa.
A 29 de outubro seguiu com o seu Batalhão para participar da defesa da ilha de Maré e, logo depois, para Conceição, Pituba e Itapoã, integrando a Primeira Divisão de Direita. Em fevereiro de 1823, participou com bravura do combate da Pituba, quando atacou uma trincheira inimiga, onde fez vários prisioneiros portugueses (dois, segundo alguns autores), escoltando-os, sozinha, ao acampamento.
Em 31 de março, no posto de Cadete, recebeu, por ordem do Conselho Interino da Província, uma espada e seus acessórios.
Finalmente, a 2 de julho de 1823, quando o "Exército Libertador" entrou em triunfo na cidade do Salvador, Maria Quitéria foi saudada e homenageada pela população em festa. O governo da Província dera-lhe o direito de portar espada. Na condição de Cadete, envergava uniforme de cor azul, com saiote, além de capacete com penacho.
[editar] A heroína da Independência
Por seus atos de bravura em combate, o General Pedro Labatut, enviado por D. Pedro para o comando geral da resistência, conferiu-lhe as honras de 1º Cadete.
No dia 20 de agosto foi recebida no Rio de Janeiro pelo Imperador em pessoa, que a condecorou com a Imperial Ordem do Cruzeiro, no grau de Cavaleiro, com seguinte pronunciamento:
-
- "Querendo conceder a D. Maria Quitéria de Jesus o distintivo que assinala os Serviços Militares que com denodo raro, entre as mais do seu sexo, prestara à Causa da Independência deste Império, na porfiosa restauração da Capital da Bahia, hei de permitir-lhe o uso da insígnia de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro".
Além da comenda, foi promovida a Alferes de Linha, posto em que se reformou, tendo aproveitado a ocasião para pedir ao Imperador uma carta solicitando ao pai que a perdoasse por sua desobediência.
[editar] Os últimos anos
Perdoada pelo pai, Maria Quitéria casou-se com o lavrador Gabriel Pereira de Brito, o antigo namorado, com quem teve uma filha, Luísa Maria da Conceição.
Viúva, mudou-se para Feira de Santana em 1835, onde tentou receber a parte que lhe cabia na herança pelo falecimento do pai no ano anterior. Desistindo do inventário, devido à morosidade da Justiça, mudou-se com a filha para Salvador, nas imediações de onde veio a falecer aos 61 anos de idade, quase cega, no anonimato.
Os seus restos mortais estão sepultados na Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento e Sant'Ana, no bairro de Nazaré em Salvador.[1]
[editar] Testemunhos
O pesquisador Aristides Milton, nas Efemérides Cachoeiranas, considera Maria Quitéria "tão valente quanto honesta senhora".
A inglesa Maria Graham, por sua vez, deixou registrado:
- "Maria de Jesus é iletrada, mas viva. Tem inteligência clara e percepção aguda. Penso que, se a educassem, ela se tornaria uma personalidade notável. Nada se observa de masculino nos seus modos, antes os possui gentis e amáveis." (Journal of a voyage to Brazil)
[editar] Homenagens
Maria Quitéria é homenageada por uma medalha militar e por uma comenda com o seu nome, na Câmara Municipal de Salvador. Do mesmo modo, a Câmara Municipal de Feira de Santana instituiu a Comenda Maria Quitéria, para distinguir personalidades com reconhecida contribuição à municipalidade, e ergueu-lhe um monumento na cidade, no cruzamento da avenida Maria Quitéria com a Getúlio Vargas.
A sua iconografia mais conhecida é um retrato de corpo inteiro, pintado por Domenico Failutti c. 1920. Presenteado pela Câmara Municipal de Cachoeira, integra atualmente o acervo do Museu Paulista, em São Paulo.
Por Decreto da Presidência da República, datado de 28 de junho de 1996, Maria Quitéria foi reconhecida como Patrona do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro. A sua imagem encontra-se em todos os quartéis, estabelecimentos e repartições militares da Arma, por determinação ministerial.
Notas
- ↑ Igreja de SantAna será restaurada A Tarde On Line. Consultado em 19 ago. 2009.
[editar] Bibliografia
- ALMEIDA, Norma Silveira Castro de; TANAJURA, A. Rodrigues Lima. José Antônio da Silva Castro - o Periquitão. Salvador: EGBA, 2004. ISBN 85-903965-1-7
- AMARAL, Braz do. História da Independência da Bahia. Salvador: Livraria Progresso Ed., 1957.
- MENDES, Bartolomeu de Jesus. A Festa do Dois de Julho em Caetité - do cívico ao popular. Caetité: Gráfica Castro, 2002.
- PALHA, Américo. Soldados e Marinheiros do Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército-Editora, 1962. p. 47-51.
- SILVA, Joaquim Norberto de Souza. Brasileiras Célebres (ed. fac-similar). Brasília: Senado Federal, 1997.
- SOUZA, Bernardino José de. Heroínas baianas.
- TAVARES, Luís Henrique Dias. História da Bahia. Salvador: UNESP; São Paulo: EDUFBA, 2001.
[editar] Ver também
- Ana Lins
- Antônio Maria da Silva Torres
- Bárbara de Alencar (avó de José de Alencar)
- Joana Angélica
- Guerra da Independência do Brasil
- Guerra da Independência na Bahia
[editar] Ligações externas
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Fonte: Wikipédia.
À seguir, algo sobre a também esquecida Anita Garibaldi....
terça-feira, 19 de maio de 2009
O Dia da Criação...
Macho e fêmea os criou.
Gênese, 1, 27
I
Hoje é sábado, amanhã é domingo
A vida vem em ondas, como o mar
Os bondes andam em cima dos trilhos
E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para nos salvar.
Hoje é sábado, amanhã é domingo
Não há nada como o tempo para passar
Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo
Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal.
Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado.
Impossível fugir a essa dura realidade
Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios
Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas
Todos os maridos estão funcionando regularmente
Todas as mulheres estão atentas
Porque hoje é sábado.
II
Neste momento há um casamento
Porque hoje é sábado
Hoje há um divórcio e um violamento
Porque hoje é sábado
Há um rico que se mata
Porque hoje é sábado
Há um incesto e uma regata
Porque hoje é sábado
Há um espetáculo de gala
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que apanha e cala
Porque hoje é sábado
Há um renovar-se de esperanças
Porque hoje é sábado
Há uma profunda discordância
Porque hoje é sábado
Há um sedutor que tomba morto
Porque hoje é sábado
Há um grande espírito-de-porco
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que vira homem
Porque hoje é sábado
Há criançinhas que não comem
Porque hoje é sábado
Há um piquenique de políticos
Porque hoje é sábado
Há um grande acréscimo de sífilis
Porque hoje é sábado
Há um ariano e uma mulata
Porque hoje é sábado
Há uma tensão inusitada
Porque hoje é sábado
Há adolescências seminuas
Porque hoje é sábado
Há um vampiro pelas ruas
Porque hoje é sábado
Há um grande aumento no consumo
Porque hoje é sábado
Há um noivo louco de ciúmes
Porque hoje é sábado
Há um garden-party na cadeia
Porque hoje é sábado
Há uma impassível lua cheia
Porque hoje é sábado
Há damas de todas as classes
Porque hoje é sábado
Umas difíceis, outras fáceis
Porque hoje é sábado
Há um beber e um dar sem conta
Porque hoje é sábado
Há uma infeliz que vai de tonta
Porque hoje é sábado
Há um padre passeando à paisana
Porque hoje é sábado
Há um frenesi de dar banana
Porque hoje é sábado
Há a sensação angustiante
Porque hoje é sábado
De uma mulher dentro de um homem
Porque hoje é sábado
Há uma comemoração fantástica
Porque hoje é sábado
Da primeira cirurgia plástica
Porque hoje é sábado
E dando os trâmites por findos
Porque hoje é sábado
Há a perspectiva do domingo
Porque hoje é sábado
III
Por todas essas razões deverias ter sido riscado do Livro das Origens,
ó Sexto Dia da Criação.
De fato, depois da Ouverture do Fiat e da divisão de luzes e trevas
E depois, da separação das águas, e depois, da fecundação da terra
E depois, da gênese dos peixes e das aves e dos animais da terra
Melhor fora que o Senhor das Esferas tivesse descansado.
Na verdade, o homem não era necessário
Nem tu, mulher, ser vegetal, dona do abismo, que queres como
as plantas, imovelmente e nunca saciada
Tu que carregas no meio de ti o vórtice supremo da paixão.
Mal procedeu o Senhor em não descansar durante os dois últimos dias
Trinta séculos lutou a humanidade pela semana inglesa
Descansasse o Senhor e simplesmente não existiríamos
Seríamos talvez pólos infinitamente pequenos de partículas cósmicas
em queda invisível na
terra.
Não viveríamos da degola dos animais e da asfixia dos peixes
Não seríamos paridos em dor nem suaríamos o pão nosso de cada dia
Não sofreríamos males de amor nem desejaríamos a mulher do próximo
Não teríamos escola, serviço militar, casamento civil, imposto sobre a renda
e missa de
sétimo dia.
Seria a indizível beleza e harmonia do plano verde das terras e das
águas em núpcias
A paz e o poder maior das plantas e dos astros em colóquio
A pureza maior do instinto dos peixes, das aves e dos animais em [cópula.
Ao revés, precisamos ser lógicos, freqüentemente dogmáticos
Precisamos encarar o problema das colocações morais e estéticas
Ser sociais, cultivar hábitos, rir sem vontade e até praticar amor sem vontade
Tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e [sim no Sétimo
E para não ficar com as vastas mãos abanando
Resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança
Possivelmente, isto é, muito provavelmente
Porque era sábado.
Fonte:http://www.revista.agulha.nom.br/vm.html












